Ata do 65° COREGENE
Ata do 65º Conselho Regional de estudantes de Geografia do Nordeste – Feira de Santana – BA (09 a 11 de agosto de 2009)
As dez e trinta do dia nove de janeiro de dois mil e nove, inicia-se na cidade de Feira de Santana, mais precisamente, na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) o 65° COREGENE (Conselho Regional dos Estudantes de Geografia do Nordeste) onde estiveram presentes as escolas: UFAL, UFS, UEFS, FAFOPA, URCA, UFRN, UEPB, UFPB, UNEB V, UNEB XI, UFBA, UFPI e UESC com a seguinte pauta: 1.Informes, 2.ENADE, 3.CFPGEO, 4.CONEEG/CONEGEO, 5.CEREGENE – Prestação de Contas e Avaliação 6.EREGENE – Avaliação, Prestação de contas e Pré-projeto do XXVI EREGENE, 7.Avaliação do ME nordestino e 8.O que ocorrer. 1- Informes – Gleyse (UFRN) informa sobre o Encontro Internacional sobre Milton Santos na UFRN entre os dias 12, 13 e 14 de Maio de 2009. Edmeire (UNEB V) informa sobre a realização do VI EBEGEO (Encontro Baiano dos Estudantes de Geografia) no Campus de Santo Antonio de Jesus-BA entre os dias 02, 03, 04 e 05 de Julho de 2009, com o tema: Da Análise sócio-espacial do Recôncavo a uma análise geográfica da Bahia. Também explanou o fato de uma graduada da UNEB V ganhar o prêmio de Direitos Humanos por seu trabalho e luta pelo combate a AIDS. Janaina (UEPB) acontece entre 22 á 25 de Julho do corrente ano o EREG (Encontro Regional de Geografia) em Campina Grande-PB organizado pela UEPB campus I. Caio (UFS) Cita o Fórum Social Mundial (FSM) que ocorrerá de 27 de janeiro a 01 de fevereiro em Belém-PA. Elmo (UEFS) informa que a UEFS disponibilizou o ônibus até o FSM priorizando os estudantes que participarem dos GT’s ministrados pelo DCE. Davi (UFBA) informa que tem um ônibus partindo da UFBA para o Fórum e que entre 07 a 09 de fevereiro na cidade de Vitória-ES ocorrerá o 71° CONEGEO. Jeilson (UFS) informa sobre o 1° Encontro Sergipano de Geografia e 4° Simpósio Sobre Ensino de Geografia entre os dias 22 a 24 de janeiro no campus de Itabaiana. 2- ENADE – Davi (UFBA) explana sobre a tentativa de levar um debate sobre o tema para os colegas de curso; foram marcadas quatro reuniões para se discutir a temática com o seguinte resultado: na primeira só se apresentaram 2 alunos fora os representantes do DA e as demais houve um maciço esvaziamento, sendo impossível pautar o boicote. Bruno (UFAL) diz que os professores passaram a pressionar os alunos a fazerem o ENADE. Guto (UFAL) endossa a fala de Bruno e diz que o debate não existiu por causa das reuniões também foram esvaziadas. Lívia (UEFS) fala sobre uma mesa que o DCE montou com a temática na calorada no mês de outubro, a qual esteve presente críticos do ENADE, como por exemplo, representantes do MEC e o Pró-Reitor da UEFS, mas o debate foi fraco, uma vez que não houve a participação significativa dos graduandos. Houve outras tentativas, como GT’s, que também fracassaram por falta de participação. Rafael (UFRN) Não houve discussões na sua escola, a não ser aquelas de corredores. Junior (UNEB) fala que CEBEGEO (Coordenação Baiana dos Estudantes de Geografia) puxou a discussão nos Conselhos, mas deixou as escolas a vontade para debater a temática. E ainda, os campos da UNEB não boicotaram o ENADE porque o curso não é ainda reconhecido pelo MEC. Davi (UFBA) nota que a falta de informações sobre o ENADE – até mesmo no site do MEC – e a pressão dos professores sobre os graduandos dificultam as discussões sobre o boicote. Guto (UFAL) propõe que o debate sobre o ENADE deve ser feito periodicamente e não a cada três anos, quando o mesmo é aplicado. Jeilson (UFS) lembra que no EREGENE de 2006, na plenária final, o ME de geografia foi contra o ENADE e por falta de informações esses encaminhamentos não chegam a todos e por isso se discute o ENADE do marco zero a cada conselho. Caio (UFS) houve discussões sobre o Enxame no Pré-EREGENE da UFS e que deve-se haver mais leituras e que as reflexões já existentes sobre o ENADE são bem vindas. E para esse debate não acabar deve-se discutir periodicamente, pois todo ano o MEC aplica a prova nos mais diversos cursos e o debate formado com estes será enriquecedor para todos os estudantes. Rafael (UFRN) Propõe que os GT’s sobre discussão política no EREGENE possa participar o maior numero de integrantes de CA’s e DA’s de todo o Nordeste para haver um maior aproveitamento das discussões de cada escola. E pede a criação de um GT permanente sobre o Exame. Nazi (UFS) pensa que o grupo de discussão deve ir além do ENADE e discutir a educação de modo mais abrangente. Jeilson (UFS) concorda com Caio e diz que deve haver mais leituras sobre o ENADE, REUNI e trabalhar nas bases. 3 – CFPGEO- Rosaltiva (UFRN) explana as dificuldades que o Maranhão – que sediaria o CFPGEO desse ano, encontrou para organizar tal evento e questiona se alguma escola presente desejava organizar o curso. Lívia (UEFS)- a principio a Bahia iria fazer seu primeiro CFPGEO em fevereiro mas por falta dede tempo ficou para outra data ainda não definida. Por ainda estar amadurecendo a idéia o COBEGEO (Conselho Estadual dos Estudantes de Geografia) deliberou que o estado ainda não tem condições de sediar o CFPGEO-NE e que quando ocorrer o curso baiano será disponibilizada 1 vaga para cada estado nordestino. Caio (UFS) explica a real intenção e como funciona o CFPGEO uma vez que seu estado sediou um e que o principal é garantir a estrutura, ver qual os movimentos que estão engajados e os convidarem para a construção do curso Rosa pergunta se todos são de acordo que Maranhão esteja descartado para o CFPGEO e todas as escolas confirmam. Ficando decidido então que o CFPGEO será em ALAGOAS,onde após o EREGENE decidi-se a data. Davi diz que o curso deve ser feito no 2° semestre logo após o EREGENE, uma vez que Alagoas é CEREGENE e que o seminário deve ocorrer entre junho e julho. Rosaltiva (CEREGENE) – acha que deve ter dois seminários que deve durar 4 dias, só pra debater o CFPGEO. Caio pensa que Alagoas deve ter total liberdade de escolher a data. Carla (UFAL) acredita que a partir do próximo conselho já se pode começar debater a questão do curso. 4. CONEEG Davi diz que vê a CONEEG uma instituição falida, mas acha importante discutir para vê o posicionamento de uma participação melhor das entidades do Nordeste. Caio explica a forma da organização da CONEEG onde eles são autogestão, fala da disposição da UFPR que no CRATO disse estar disposta a levar o ENEG. Davi fala que uma entidade nacional não tem condições de esta articulando com todo mundo, principalmente com o Nordeste. Anderson fala da pertinência do discurso sobre o CONEEG onde se pergunta se existia essa representação do movimento estudantil, acha interessante não só debates, mas leva as praticas e que ocorra uma discussão do modelo, diz que temos que lutar para que ocorra uma integração do NORDESTE e CONEEG. Rafael acha que é cedo discutir integração, pois existem muitas universidades desarticuladas. Hugo fala que as avaliações a nível nacional são pertinentes e fala que uma das dificuldades e que nós mesmos sempre faltamos nos espaços e fala que essa atual CEREGENE consiga planejar uma política de participação das pessoas. Jeilson diz que a CONEEG não existe, ela não é materializada. O nordeste pode levar um membro daqui ao CONEEG porém eles não são articulados para trazer os debates até aqui. Caio discorda de Hugo e diz que o movimento não é tão forte fala que há trabalho e há falhas. Guto comenta da questão do esvaziamento e fala do ENEG que até agora só Vitória da Conquista articulou um ônibus para comparecer ao Encontro. Davi fala que a UNE é uma entidade apagada que é bom ir ao FENEX e fala de tentar puxar uma forma de dialogar no Brasil. Rosaltiva diz que tem que se decidir se envia ou não um representante da executiva. Davi fala que a executiva tem que levar o posicionamento de conselho e por isso é importante discutir ,aprofundar o que é CONEEG. Caio fala que não há legitimidade. Hugo fala que tem que repensar CEREGENE já que não tem legitimidade conforme caio falar. Rubinaldo fala que para discutir legitimidade também é necessário discutir a participação direta da Executiva que não participa do conselho representando nós que não estamos presentes. Jeilson diz que discutir legitimidade é algo para o direito formal, fala que a exemplo do EREGENE não foi pensado nem feito por uma “osmose instantânea”. Rosa pergunta a todos se a nova executiva pode esta mandando 1 ou 2 membros para o CONEEG ficando decidido então que o Nordeste será representado no Nacional 5. CEREGENE – 5.1 Prestação de Contas – todos os conselheiros tiveram acesso à prestação de contas da CEREGENE gestão Consciência e Luta! MA/RN e deram como aprovada. A gestão iniciou-se com um caixa de R$ 2786,44 e no decorrer do ano os gastos somaram R$ 2686,36 sendo que a soma restante foi destinada a custear a volta de Rosaltiva Dantas para Natal-RN após o 65° COREGENE. Enquanto finaliza-se a prestação ,Rosa da inicio a avaliação da CEREGENE onde Rosa fala que a principio só o Rio Grande do Norte seria candidato e depois o Maranhão propôs a junção. Guto fala que avalia a CEREGENE de forma negativa que não via nenhuma atitude da CEREGENE em meio á movimentos, a não ser nos conselhos. Hugo diz é muito complicado fazer movimento estudantil pois nós não vivemos no movimento estudantil apenas contribuímos com este. Fala que a executiva se esteve presente no que pode, fazendo o melhor possível e o impossível. Jeilson fala que não da só pra avaliar o CEREGENE em relação a alguma preocupação quais as bandeiras que estes movimentos levantam, falou que ter opção não é tão interessante que muitos vezes Rosa levou a CEREGENE nas costas e que tem que se organizar nas bases. Junior disse que pode notar a falta de sintonia entre as pessoas na plenária final. Iarg parabeniza a Rosa,onde ela insistiu muito pelo amor a CEREGENE avaliando como uma coisa prazerosa. Anderson diz que tem que se vê até que ponto os C.A’S passaram informações sobre o que é CEREGENE, ate onde os conselhos estão sendo fechados, pois isso tem um papel importante, porém nós também temos culpas pela situação em que a CEREGENE se encontrou neste ano. Hugo e Rosa falam do estatuto que tem que ser oficial (registrado por um advogado). Iarg fala para se tomar cuidado com a palavra associados. Hugo fala da construção do Estatuto, onde o movimento é tão dinâmico que tem sempre que repassar as informações, acha importante no próximo COREGENE ter um ponto de pauta para se explicado as pessoas o real sentido da executiva. Caio fala que a gente trabalha pouco sobre o que é uma executiva. Hugo fala que a atual CEREGENE tem que fazer o CNPJ pois é inadmissível uma conta que movimenta 100 mil reais fique numa conta de pessoa física, como o caso do EREGENE 2008 que ficou em sua conta. Caio fala que CNPJ é desnecessário pois ressalta que é motivo para serem abertos processos. Hugo fala que o Movimento é autônomo sim, mas necessita de CNPJ. 6- EREGENE – 6.1 Avaliação – Hugo (UFPB) – lamentou pelo encontro não sair nos conformes, comentou sobre a desarticulação do grupo responsável pela organização e falou sobre a importância de uma comissão bem articulada para o próximo encontro. Iarg (FAFOPA) – parabenizou a escola sede pelo evento, porem criticou a organização e a mobilização pela grande quantidade de pessoas descomprometidas com o evento. Citou falhas como, o erro no calculo da alimentação e da entrega de certificados. Exigiu a cobrança da próxima executiva a cerca do andamento da organização. Cibele (URCA) parabenizou os organizadores do evento, criticou a escola sede por ter retirado Bilinha do ED que foi deliberado no conselho do Crato e a ocorrência de pessoas não inscritas no evento as quais vão apenas fazer turismo e cobrou uma solução para o problema. E pediu para as futuras organizações do encontro a observar pequenos detalhes que acabam prejudicando o andamento do evento. Rodrigo (UESC) – agradeceu a atenção da organização com ele a cerca do problema de saúde ocorrido com o mesmo e criticou os problemas ocorridos com o site e o GDV do EREGENE. Davi citou criticando alguns problemas e condenou o costume que já se criou a cerca de que muitos pensam que a organização são apenas funcionários. Camila (UFAL) citou e criticou a desorganização no momento da saída dos GDV’s. Gleyse criticou os atrasos dos GDV’s a falta do almoço e identificação nos ônibus, e ainda com a demora do GDV ao qual participou demorou e no retorno não pode jantar. Davi questiona sobre a distancia de alguns GDV’s. Nilson (UNEB XI) comentou sobre a saída de campo que ocorre nos encontros baianos em que não há inscrição nos site e que funciona de forma regular e mais organizada que no EREGENE já que o site inscreveu além das vagas. Rosaltiva (CEREGENE) – pediu cuidado com o GDV e sua revisão, além de lembrar o caráter da atividade que funciona como aula de campo. Nilson cobrou que vá para o encontro apenas os inscritos. Iarg pede a reformulação didática do EREGENE cobrando a diminuição dos dias, aumentando o valor e o certificado de acordo com a participação. Davi cobrou as deliberações tiradas na plenária final. Iarg criticou a comissão cientifica pelos trabalhos aprovados já que em alguns casos os trabalhos foram banais e alguns apresentadores enrolaram. Gleyse criticou condenando o costume das pessoas usarem o evento para fazer turismo. Camila citou a disparidade entre os ônibus usados nos GDV’s em relação a conforto x distancia. Elmo (UEFS) comentou sobre a desorganização dos GDV’s e da ameaça sofrida pelos participantes do GDV ao qual foi monitor devido à falta de controle no momento da saída. Citou a falta de participação da maior parte das pessoas do grupo de apoio. Caio fez uma analise a cerca da estrutura do evento e da inexistência do Geo na rua, criticou a atuação metodológica dos organizadores a cerca da tentativa da melhoria das atividades. Raphael argumentou sobre a quantidade de inscritos e cobrou uma solução para o problema dos não inscritos e restrições para a participação no evento. Guto fez uma critica à estrutura do GDV e do seu caráter turístico e também questionou a forma que acontece o GT. Hugo explicou que os GDV’s não foram elaborados pensando no turismo e que surgiu através de monografias e trabalhos. Lívia criticou a forma como a organização do evento atuou e citou a desorganização das atividades. Miguel (URCA) – criticou a organização do evento por ter deixado muita coisa pra ser resolvida em cima da hora e citou a centralização das decisões. Anderson (URCA) – citou a associação mercantil do tratamento do encontro e da geografia. Defendeu o trabalho de base a cerca da importância do caráter político do evento. E cobra a participação dos movimentos sociais nas mesas e nos GDV no próximo EREGENE. Cibele pediu que as decisões deliberadas em conselhos sejam cumpridas pela próxima escola sede. Hugo lamentou o ocorrido a respeito das culturais, uma vez que a comissão responsável não atendeu as deliberações tomadas nos COREGENES. Caio argumentou a cerca dos conceitos sobre a cultural e defendeu que o mesmo deve ser debatido no EREGENE e ainda os conceitos a respeito da política e academicismo. Parabenizou a UFPB por não permitir o acontecimento do Geogay. Rubinaldo (UNEB XI) – criticou a demora do envio dos documentos para pedir as liberações dos espaços utilizados no encontro. Rosaltiva pediu cuidado com a divisão das comissões para o próximo encontro, que devem ser estipuladas com antecipação. E pediu a próxima escola sede pra antecipar o pedido de liberação dos espaços que o evento ocupará. 6.2 – EREGENE – Prestação de contas – Os conselheiros entraram em consenso e deliberaram que o aluguel do carro de Iarg, no valor de R$ 500,80 e algumas ligações da conta do telefone de Mariana (CEREGENE), no valor de R$108,63 fossem incluídos nas despesas do evento, uma vez que foram utilizados no mesmo. Logo após iniciou-se a prestação de contas da Escola sede. Todos os presentes tiveram acesso à prestação de contas, mas uma comissão foi criada para facilitar o processo. Sendo assim foram verificados que o valor arrecadado com as inscrições correspondeu a 95.421,69, o valor de lucro do Bar foi 7.917,82 reais, e o valor comprovado da vendagem de blusas, pulseiras e afins ficou em um total de 713,00 reais (este valor foi a vendagem comprovada, pois não houve controle efetivo nas vendas de pulseiras) após serem somadas as receitas do evento em 104.052,51, foram apresentadas as despesas do mesmo. A escola sede apresentou as notas referentes a 91.849,40 reais (incluem-se neste valor os gasto atribuídos ao transporte dos membros da escola sede e CEREGENE ao 65° COREGENE), com isso estimava-se um saldo positivo de 12203,10 reais, sedo que por conta da falta de controle na venda de pulseiras, camisas e outros tipos de objetos o valor real encontrado como saldo positivo foi 18.896,95 reais, tal valor foi dividido sendo 50% para a CEREGENE e 50% para a escola sede, após conferirem todas as notas a comissão formada apresentou as correções nas contas e Guto fez uma explanação para os demais presentes no conselho demonstrando a prestação de contas, no final os presentes na comissão formada para avaliar as contas assinaram dando a prestação de contas como aprovada. Rosaltiva explanou que num dos COREGENE’s extraordinário ocorrido em João Pessoa deliberou-se que fossem emprestados uma quantia de R$1500,00 a Hélio (CEREGENE) por ter tido um problema – foi assaltado – com o ônibus ao qual levaria alguns estudantes do Maranhão e que no ultimo dia do evento a escola sede foi, mais uma vez, abordada por Hélio pedindo mais R$2470,00 e o mesmo prometeu que pagaria o empréstimo logo em seguida e que no 65° COREGENE ele viria se explicar ou mandaria uma carta aberta, o que não ocorreu. Caio da uma segunda versão dos fatos, citando que as pessoas que iriam no ônibus se sentiram enganadas em relação a este e acusaram Hélio de desaparecer com o dinheiro e no dia aparecer com um ônibus inferior. Rosaltiva (CEREGENE) diz que a escola sede e a atual CEREGENE deve pressionar o Hélio a devolver o dinheiro. Jeilson pede que o conselho estabeleça uma data para o pagamento da divida, caso contrario, acionar a justiça. Lívia pensa que deve-se dá uma segunda chance para o pagamento. Davi acha que não deve acionar a justiça, uma vez que Hélio tem uma história no ME. Jeilson esclarece que ou Hélio se justifique ou o processo deve ocorrer. Caio concorda plenamente com Jeilson e que se estipule uma data. Hugo mostra uma nota no valor de R$2470,00 e diz que ainda falta um deposito no valor de R$1500,00. Elmo pede esclarecimento urgente, uma vez que existe diversas versões sobre o fato. Rubinaldo conta que passou por problemas financeiros com o ônibus que levou ao EREGENE, mas soube contornar a situação e pede imediato esclarecimento por parte de Hélio para que o caso não vire um problema maior. Rafael diz que uma intervenção judicial é incogitável e que a divida deve ser facilitada. Caio encaminha que se dê um prazo e se Hélio não se pronunciar deve-se partir para um processo. A proposta foi aceita por todos e foi dado a Hélio o prazo de até o 66° COREGENE pra se explicar ou o pagamento da dívida. 6.3- EREGENE – Pré-Projeto – Cada escola presente teve acesso ao pré-projeto e depois da leitura do mesmo, Junior (UFPI) explanou que o pontapé inicial já foi dado em relação aos espaços e já entrou em contato com o Reitor que deu total apoio. Fez uma rápida leitura do pré-projeto, que tem como tema GEOGRAFIA CULTURAL, AMBIENTAL, SOCIAL E DIGITAL: RECONSTRUINDO A GEOGRAFIA NORDESTINA, iniciando as discussões. Davi diz que o tema está muito abrangente e acredita que a cartografia e o geoprocessamento não vão politizar o evento. Nilson acredita que deve agregar ao pré-projeto o que o EREGENE e alertou sobre os erros gramaticais. Anderson acredita que a política, o território e o poder devem estar sendo debatido no encontro. Achou o tema amplo e questiona até onde poderemos discutir as categorias geográficas. Rafael pensa que o tem estar voltado demais para a geografia teorética e precisa haver mais discussão política. Nilson critica a estrutura geral do pré-projeto. Jeilson diz que o tema está muito amplo e o projeto cita mais de cinco geografias. Carla vê um tema difícil de ser compreendido, muito extenso e pobre em discussão política. Rosaltiva questiona a essência do EREGENE e diz que deve trazer o histórico do mesmo, e alerta que esse histórico já existe. Micael (UFAL) acha importante a discussão do geoprocessamento no evento uma vez que não seremos sempre estudantes e, com certeza, precisaremos da geografia digital para a nossa vida profissional. Guto acredita que trabalhar geoprocessamento em uma mesa vai ser mais uma exposição e não discussão e que o mesmo seria mais bem trabalhado em um simpósio, alem de acreditar que o tema neste formato se encontra muito inconsistente. Rafael diz que seria de grande serventia o uso do geoprocessamento para ser aplicado em discussão política. Caio diz que se deve entender a realidade dos estudantes do Piauí em relação à geografia digital. Junior cita a realidade dos estudantes de geografia da UFPI que já têm trabalhos nessa área. Carla acredita que é importante o geoprocessamento, mas questiona como ele será trabalhado num evento como o EREGENE e que também não é o momento certo quando temos diversas coisas a serem discutidas. Rosaltiva propõe que se leve a problemática as bases e criem debates onde será discutido no próximo conselho. Caio encaminha levar o próximo COREGENE para o Piauí onde os conselheiros sentariam com a escola sede para melhor debater o projeto. Fica deliberado que todos os aspectos do projeto sejam fechados no próximo COREGENE, e as escolas ficam comprometidas em debaterem na base sobre o mesmo 7. Avaliação do ME nordestino – Davi abre a discussão fazendo uma analise de como utilizar o EREGENE para dar visibilidade ao que esta acontecendo nas diversas universidades do nordeste e nos movimentos sociais, uma forma disto seria com murais que mostrassem, por exemplo, as várias ocupações das universidades. E colocou o fato do debate sobre ME está cada vez mais esvaziado nos encontros. Rafael vê a necessidade de se discutir o ME de geografia e depois de forma geral, já que os estudantes de geografia muita das vezes desconhecem a geografia. Como os CA’s e DA’s não trazem para os conselhos suas lutas ele propõe que cada entidade faça uma carta a ser lida durante o conselho contando suas lutas e conquistas. Davi afirma que os locais de debate não há participação até mesmo nos espaços de formação e que chegou a hora de mostrar os fatos e começar mexer com a mente das pessoas. Caio diz que a continuidade do debate é de fundamental importância. Questiona o que é de fato a geografia do NE, pede o aumento do dialogo com as entidades particulares de ensino superior. Pede também a expansão dos processos e problemas enfrentados pelas diversas escolas e dos Movimentos Sociais (MS) dos diversos estados nordestinos. Critica a falta da política de financiamento da CEREGENE e traz a importância de debater esse tipo de ação. Rubinaldo mostra que os diversos MS’s estão em declínio e que a juventude não se mobiliza como antes e que o ME de geografia está afastado dos MS’s. Anderson mostra que os conselhos são de caráter político e que precisa de um debate mais fervoroso. E pede a maior integração dos CA’s e DA’s do nordeste. Nilson diz que no ME está faltando foco e que é preciso trabalhar nas bases visando o global. É preciso unificar o ME com os demais MS’s uma vez que o ME é um MS. E diz que a falta de comunicação atrofia o ME. 8. O que ocorrer – Nesse ponto foi feita à votação da próxima escola sede para o 66° COREGENE onde se candidataram a UFAL e a UFPI vencendo essa última. Também houve a avaliação do conselho que de um modo em geral os presentes afirmaram que foi bastante produtivo, Iarg pediu que nos demais conselhos o local fosse mais sinalizado, ajudando na identificação do mesmo; uma vez que ele ficou durante algumas horas no módulo errado dentro da UEFS. Após inicio-se a posse da nova CEREGENE esta composta por Coordenação Geral Anderson – CE Miguel – CE; Secretario Geral Elmo – BA Sibele – BA; Coordenação Financeira Jose – CE Cris – AL; Coordenação de Cultura Carla – AL Livia – BA; Coordenação de Imprensa Ramon – BA Suinara – CE; Coordenação Pesquisa e Extensão Guthierre – AL Davi – BA, Anderson coloca os novos desafios desta gestão; Rosinha passa oficialmente os livros da gestão anterior para a nova CEREGENE e encerra o 65° COREGENE
Ata do 65º Conselho Regional de estudantes de Geografia do Nordeste – Feira de Santana – BA (09 a 11 de agosto de 2009)
As dez e trinta do dia nove de janeiro de dois mil e nove, inicia-se na cidade de Feira de Santana, mais precisamente, na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) o 65° COREGENE (Conselho Regional dos Estudantes de Geografia do Nordeste) onde estiveram presentes as escolas: UFAL, UFS, UEFS, FAFOPA, URCA, UFRN, UEPB, UFPB, UNEB V, UNEB XI, UFBA, UFPI e UESC com a seguinte pauta: 1.Informes, 2.ENADE, 3.CFPGEO, 4.CONEEG/CONEGEO, 5.CEREGENE – Prestação de Contas e Avaliação 6.EREGENE – Avaliação, Prestação de contas e Pré-projeto do XXVI EREGENE, 7.Avaliação do ME nordestino e 8.O que ocorrer. 1- Informes – Gleyse (UFRN) informa sobre o Encontro Internacional sobre Milton Santos na UFRN entre os dias 12, 13 e 14 de Maio de 2009. Edmeire (UNEB V) informa sobre a realização do VI EBEGEO (Encontro Baiano dos Estudantes de Geografia) no Campus de Santo Antonio de Jesus-BA entre os dias 02, 03, 04 e 05 de Julho de 2009, com o tema: Da Análise sócio-espacial do Recôncavo a uma análise geográfica da Bahia. Também explanou o fato de uma graduada da UNEB V ganhar o prêmio de Direitos Humanos por seu trabalho e luta pelo combate a AIDS. Janaina (UEPB) acontece entre 22 á 25 de Julho do corrente ano o EREG (Encontro Regional de Geografia) em Campina Grande-PB organizado pela UEPB campus I. Caio (UFS) Cita o Fórum Social Mundial (FSM) que ocorrerá de 27 de janeiro a 01 de fevereiro em Belém-PA. Elmo (UEFS) informa que a UEFS disponibilizou o ônibus até o FSM priorizando os estudantes que participarem dos GT’s ministrados pelo DCE. Davi (UFBA) informa que tem um ônibus partindo da UFBA para o Fórum e que entre 07 a 09 de fevereiro na cidade de Vitória-ES ocorrerá o 71° CONEGEO. Jeilson (UFS) informa sobre o 1° Encontro Sergipano de Geografia e 4° Simpósio Sobre Ensino de Geografia entre os dias 22 a 24 de janeiro no campus de Itabaiana. 2- ENADE – Davi (UFBA) explana sobre a tentativa de levar um debate sobre o tema para os colegas de curso; foram marcadas quatro reuniões para se discutir a temática com o seguinte resultado: na primeira só se apresentaram 2 alunos fora os representantes do DA e as demais houve um maciço esvaziamento, sendo impossível pautar o boicote. Bruno (UFAL) diz que os professores passaram a pressionar os alunos a fazerem o ENADE. Guto (UFAL) endossa a fala de Bruno e diz que o debate não existiu por causa das reuniões também foram esvaziadas. Lívia (UEFS) fala sobre uma mesa que o DCE montou com a temática na calorada no mês de outubro, a qual esteve presente críticos do ENADE, como por exemplo, representantes do MEC e o Pró-Reitor da UEFS, mas o debate foi fraco, uma vez que não houve a participação significativa dos graduandos. Houve outras tentativas, como GT’s, que também fracassaram por falta de participação. Rafael (UFRN) Não houve discussões na sua escola, a não ser aquelas de corredores. Junior (UNEB) fala que CEBEGEO (Coordenação Baiana dos Estudantes de Geografia) puxou a discussão nos Conselhos, mas deixou as escolas a vontade para debater a temática. E ainda, os campos da UNEB não boicotaram o ENADE porque o curso não é ainda reconhecido pelo MEC. Davi (UFBA) nota que a falta de informações sobre o ENADE – até mesmo no site do MEC – e a pressão dos professores sobre os graduandos dificultam as discussões sobre o boicote. Guto (UFAL) propõe que o debate sobre o ENADE deve ser feito periodicamente e não a cada três anos, quando o mesmo é aplicado. Jeilson (UFS) lembra que no EREGENE de 2006, na plenária final, o ME de geografia foi contra o ENADE e por falta de informações esses encaminhamentos não chegam a todos e por isso se discute o ENADE do marco zero a cada conselho. Caio (UFS) houve discussões sobre o Enxame no Pré-EREGENE da UFS e que deve-se haver mais leituras e que as reflexões já existentes sobre o ENADE são bem vindas. E para esse debate não acabar deve-se discutir periodicamente, pois todo ano o MEC aplica a prova nos mais diversos cursos e o debate formado com estes será enriquecedor para todos os estudantes. Rafael (UFRN) Propõe que os GT’s sobre discussão política no EREGENE possa participar o maior numero de integrantes de CA’s e DA’s de todo o Nordeste para haver um maior aproveitamento das discussões de cada escola. E pede a criação de um GT permanente sobre o Exame. Nazi (UFS) pensa que o grupo de discussão deve ir além do ENADE e discutir a educação de modo mais abrangente. Jeilson (UFS) concorda com Caio e diz que deve haver mais leituras sobre o ENADE, REUNI e trabalhar nas bases. 3 – CFPGEO- Rosaltiva (UFRN) explana as dificuldades que o Maranhão – que sediaria o CFPGEO desse ano, encontrou para organizar tal evento e questiona se alguma escola presente desejava organizar o curso. Lívia (UEFS)- a principio a Bahia iria fazer seu primeiro CFPGEO em fevereiro mas por falta dede tempo ficou para outra data ainda não definida. Por ainda estar amadurecendo a idéia o COBEGEO (Conselho Estadual dos Estudantes de Geografia) deliberou que o estado ainda não tem condições de sediar o CFPGEO-NE e que quando ocorrer o curso baiano será disponibilizada 1 vaga para cada estado nordestino. Caio (UFS) explica a real intenção e como funciona o CFPGEO uma vez que seu estado sediou um e que o principal é garantir a estrutura, ver qual os movimentos que estão engajados e os convidarem para a construção do curso Rosa pergunta se todos são de acordo que Maranhão esteja descartado para o CFPGEO e todas as escolas confirmam. Ficando decidido então que o CFPGEO será em ALAGOAS,onde após o EREGENE decidi-se a data. Davi diz que o curso deve ser feito no 2° semestre logo após o EREGENE, uma vez que Alagoas é CEREGENE e que o seminário deve ocorrer entre junho e julho. Rosaltiva (CEREGENE) – acha que deve ter dois seminários que deve durar 4 dias, só pra debater o CFPGEO. Caio pensa que Alagoas deve ter total liberdade de escolher a data. Carla (UFAL) acredita que a partir do próximo conselho já se pode começar debater a questão do curso. 4. CONEEG Davi diz que vê a CONEEG uma instituição falida, mas acha importante discutir para vê o posicionamento de uma participação melhor das entidades do Nordeste. Caio explica a forma da organização da CONEEG onde eles são autogestão, fala da disposição da UFPR que no CRATO disse estar disposta a levar o ENEG. Davi fala que uma entidade nacional não tem condições de esta articulando com todo mundo, principalmente com o Nordeste. Anderson fala da pertinência do discurso sobre o CONEEG onde se pergunta se existia essa representação do movimento estudantil, acha interessante não só debates, mas leva as praticas e que ocorra uma discussão do modelo, diz que temos que lutar para que ocorra uma integração do NORDESTE e CONEEG. Rafael acha que é cedo discutir integração, pois existem muitas universidades desarticuladas. Hugo fala que as avaliações a nível nacional são pertinentes e fala que uma das dificuldades e que nós mesmos sempre faltamos nos espaços e fala que essa atual CEREGENE consiga planejar uma política de participação das pessoas. Jeilson diz que a CONEEG não existe, ela não é materializada. O nordeste pode levar um membro daqui ao CONEEG porém eles não são articulados para trazer os debates até aqui. Caio discorda de Hugo e diz que o movimento não é tão forte fala que há trabalho e há falhas. Guto comenta da questão do esvaziamento e fala do ENEG que até agora só Vitória da Conquista articulou um ônibus para comparecer ao Encontro. Davi fala que a UNE é uma entidade apagada que é bom ir ao FENEX e fala de tentar puxar uma forma de dialogar no Brasil. Rosaltiva diz que tem que se decidir se envia ou não um representante da executiva. Davi fala que a executiva tem que levar o posicionamento de conselho e por isso é importante discutir ,aprofundar o que é CONEEG. Caio fala que não há legitimidade. Hugo fala que tem que repensar CEREGENE já que não tem legitimidade conforme caio falar. Rubinaldo fala que para discutir legitimidade também é necessário discutir a participação direta da Executiva que não participa do conselho representando nós que não estamos presentes. Jeilson diz que discutir legitimidade é algo para o direito formal, fala que a exemplo do EREGENE não foi pensado nem feito por uma “osmose instantânea”. Rosa pergunta a todos se a nova executiva pode esta mandando 1 ou 2 membros para o CONEEG ficando decidido então que o Nordeste será representado no Nacional 5. CEREGENE – 5.1 Prestação de Contas – todos os conselheiros tiveram acesso à prestação de contas da CEREGENE gestão Consciência e Luta! MA/RN e deram como aprovada. A gestão iniciou-se com um caixa de R$ 2786,44 e no decorrer do ano os gastos somaram R$ 2686,36 sendo que a soma restante foi destinada a custear a volta de Rosaltiva Dantas para Natal-RN após o 65° COREGENE. Enquanto finaliza-se a prestação ,Rosa da inicio a avaliação da CEREGENE onde Rosa fala que a principio só o Rio Grande do Norte seria candidato e depois o Maranhão propôs a junção. Guto fala que avalia a CEREGENE de forma negativa que não via nenhuma atitude da CEREGENE em meio á movimentos, a não ser nos conselhos. Hugo diz é muito complicado fazer movimento estudantil pois nós não vivemos no movimento estudantil apenas contribuímos com este. Fala que a executiva se esteve presente no que pode, fazendo o melhor possível e o impossível. Jeilson fala que não da só pra avaliar o CEREGENE em relação a alguma preocupação quais as bandeiras que estes movimentos levantam, falou que ter opção não é tão interessante que muitos vezes Rosa levou a CEREGENE nas costas e que tem que se organizar nas bases. Junior disse que pode notar a falta de sintonia entre as pessoas na plenária final. Iarg parabeniza a Rosa,onde ela insistiu muito pelo amor a CEREGENE avaliando como uma coisa prazerosa. Anderson diz que tem que se vê até que ponto os C.A’S passaram informações sobre o que é CEREGENE, ate onde os conselhos estão sendo fechados, pois isso tem um papel importante, porém nós também temos culpas pela situação em que a CEREGENE se encontrou neste ano. Hugo e Rosa falam do estatuto que tem que ser oficial (registrado por um advogado). Iarg fala para se tomar cuidado com a palavra associados. Hugo fala da construção do Estatuto, onde o movimento é tão dinâmico que tem sempre que repassar as informações, acha importante no próximo COREGENE ter um ponto de pauta para se explicado as pessoas o real sentido da executiva. Caio fala que a gente trabalha pouco sobre o que é uma executiva. Hugo fala que a atual CEREGENE tem que fazer o CNPJ pois é inadmissível uma conta que movimenta 100 mil reais fique numa conta de pessoa física, como o caso do EREGENE 2008 que ficou em sua conta. Caio fala que CNPJ é desnecessário pois ressalta que é motivo para serem abertos processos. Hugo fala que o Movimento é autônomo sim, mas necessita de CNPJ. 6- EREGENE – 6.1 Avaliação – Hugo (UFPB) – lamentou pelo encontro não sair nos conformes, comentou sobre a desarticulação do grupo responsável pela organização e falou sobre a importância de uma comissão bem articulada para o próximo encontro. Iarg (FAFOPA) – parabenizou a escola sede pelo evento, porem criticou a organização e a mobilização pela grande quantidade de pessoas descomprometidas com o evento. Citou falhas como, o erro no calculo da alimentação e da entrega de certificados. Exigiu a cobrança da próxima executiva a cerca do andamento da organização. Cibele (URCA) parabenizou os organizadores do evento, criticou a escola sede por ter retirado Bilinha do ED que foi deliberado no conselho do Crato e a ocorrência de pessoas não inscritas no evento as quais vão apenas fazer turismo e cobrou uma solução para o problema. E pediu para as futuras organizações do encontro a observar pequenos detalhes que acabam prejudicando o andamento do evento. Rodrigo (UESC) – agradeceu a atenção da organização com ele a cerca do problema de saúde ocorrido com o mesmo e criticou os problemas ocorridos com o site e o GDV do EREGENE. Davi citou criticando alguns problemas e condenou o costume que já se criou a cerca de que muitos pensam que a organização são apenas funcionários. Camila (UFAL) citou e criticou a desorganização no momento da saída dos GDV’s. Gleyse criticou os atrasos dos GDV’s a falta do almoço e identificação nos ônibus, e ainda com a demora do GDV ao qual participou demorou e no retorno não pode jantar. Davi questiona sobre a distancia de alguns GDV’s. Nilson (UNEB XI) comentou sobre a saída de campo que ocorre nos encontros baianos em que não há inscrição nos site e que funciona de forma regular e mais organizada que no EREGENE já que o site inscreveu além das vagas. Rosaltiva (CEREGENE) – pediu cuidado com o GDV e sua revisão, além de lembrar o caráter da atividade que funciona como aula de campo. Nilson cobrou que vá para o encontro apenas os inscritos. Iarg pede a reformulação didática do EREGENE cobrando a diminuição dos dias, aumentando o valor e o certificado de acordo com a participação. Davi cobrou as deliberações tiradas na plenária final. Iarg criticou a comissão cientifica pelos trabalhos aprovados já que em alguns casos os trabalhos foram banais e alguns apresentadores enrolaram. Gleyse criticou condenando o costume das pessoas usarem o evento para fazer turismo. Camila citou a disparidade entre os ônibus usados nos GDV’s em relação a conforto x distancia. Elmo (UEFS) comentou sobre a desorganização dos GDV’s e da ameaça sofrida pelos participantes do GDV ao qual foi monitor devido à falta de controle no momento da saída. Citou a falta de participação da maior parte das pessoas do grupo de apoio. Caio fez uma analise a cerca da estrutura do evento e da inexistência do Geo na rua, criticou a atuação metodológica dos organizadores a cerca da tentativa da melhoria das atividades. Raphael argumentou sobre a quantidade de inscritos e cobrou uma solução para o problema dos não inscritos e restrições para a participação no evento. Guto fez uma critica à estrutura do GDV e do seu caráter turístico e também questionou a forma que acontece o GT. Hugo explicou que os GDV’s não foram elaborados pensando no turismo e que surgiu através de monografias e trabalhos. Lívia criticou a forma como a organização do evento atuou e citou a desorganização das atividades. Miguel (URCA) – criticou a organização do evento por ter deixado muita coisa pra ser resolvida em cima da hora e citou a centralização das decisões. Anderson (URCA) – citou a associação mercantil do tratamento do encontro e da geografia. Defendeu o trabalho de base a cerca da importância do caráter político do evento. E cobra a participação dos movimentos sociais nas mesas e nos GDV no próximo EREGENE. Cibele pediu que as decisões deliberadas em conselhos sejam cumpridas pela próxima escola sede. Hugo lamentou o ocorrido a respeito das culturais, uma vez que a comissão responsável não atendeu as deliberações tomadas nos COREGENES. Caio argumentou a cerca dos conceitos sobre a cultural e defendeu que o mesmo deve ser debatido no EREGENE e ainda os conceitos a respeito da política e academicismo. Parabenizou a UFPB por não permitir o acontecimento do Geogay. Rubinaldo (UNEB XI) – criticou a demora do envio dos documentos para pedir as liberações dos espaços utilizados no encontro. Rosaltiva pediu cuidado com a divisão das comissões para o próximo encontro, que devem ser estipuladas com antecipação. E pediu a próxima escola sede pra antecipar o pedido de liberação dos espaços que o evento ocupará. 6.2 – EREGENE – Prestação de contas – Os conselheiros entraram em consenso e deliberaram que o aluguel do carro de Iarg, no valor de R$ 500,80 e algumas ligações da conta do telefone de Mariana (CEREGENE), no valor de R$108,63 fossem incluídos nas despesas do evento, uma vez que foram utilizados no mesmo. Logo após iniciou-se a prestação de contas da Escola sede. Todos os presentes tiveram acesso à prestação de contas, mas uma comissão foi criada para facilitar o processo. Sendo assim foram verificados que o valor arrecadado com as inscrições correspondeu a 95.421,69, o valor de lucro do Bar foi 7.917,82 reais, e o valor comprovado da vendagem de blusas, pulseiras e afins ficou em um total de 713,00 reais (este valor foi a vendagem comprovada, pois não houve controle efetivo nas vendas de pulseiras) após serem somadas as receitas do evento em 104.052,51, foram apresentadas as despesas do mesmo. A escola sede apresentou as notas referentes a 91.849,40 reais (incluem-se neste valor os gasto atribuídos ao transporte dos membros da escola sede e CEREGENE ao 65° COREGENE), com isso estimava-se um saldo positivo de 12203,10 reais, sedo que por conta da falta de controle na venda de pulseiras, camisas e outros tipos de objetos o valor real encontrado como saldo positivo foi 18.896,95 reais, tal valor foi dividido sendo 50% para a CEREGENE e 50% para a escola sede, após conferirem todas as notas a comissão formada apresentou as correções nas contas e Guto fez uma explanação para os demais presentes no conselho demonstrando a prestação de contas, no final os presentes na comissão formada para avaliar as contas assinaram dando a prestação de contas como aprovada. Rosaltiva explanou que num dos COREGENE’s extraordinário ocorrido em João Pessoa deliberou-se que fossem emprestados uma quantia de R$1500,00 a Hélio (CEREGENE) por ter tido um problema – foi assaltado – com o ônibus ao qual levaria alguns estudantes do Maranhão e que no ultimo dia do evento a escola sede foi, mais uma vez, abordada por Hélio pedindo mais R$2470,00 e o mesmo prometeu que pagaria o empréstimo logo em seguida e que no 65° COREGENE ele viria se explicar ou mandaria uma carta aberta, o que não ocorreu. Caio da uma segunda versão dos fatos, citando que as pessoas que iriam no ônibus se sentiram enganadas em relação a este e acusaram Hélio de desaparecer com o dinheiro e no dia aparecer com um ônibus inferior. Rosaltiva (CEREGENE) diz que a escola sede e a atual CEREGENE deve pressionar o Hélio a devolver o dinheiro. Jeilson pede que o conselho estabeleça uma data para o pagamento da divida, caso contrario, acionar a justiça. Lívia pensa que deve-se dá uma segunda chance para o pagamento. Davi acha que não deve acionar a justiça, uma vez que Hélio tem uma história no ME. Jeilson esclarece que ou Hélio se justifique ou o processo deve ocorrer. Caio concorda plenamente com Jeilson e que se estipule uma data. Hugo mostra uma nota no valor de R$2470,00 e diz que ainda falta um deposito no valor de R$1500,00. Elmo pede esclarecimento urgente, uma vez que existe diversas versões sobre o fato. Rubinaldo conta que passou por problemas financeiros com o ônibus que levou ao EREGENE, mas soube contornar a situação e pede imediato esclarecimento por parte de Hélio para que o caso não vire um problema maior. Rafael diz que uma intervenção judicial é incogitável e que a divida deve ser facilitada. Caio encaminha que se dê um prazo e se Hélio não se pronunciar deve-se partir para um processo. A proposta foi aceita por todos e foi dado a Hélio o prazo de até o 66° COREGENE pra se explicar ou o pagamento da dívida. 6.3- EREGENE – Pré-Projeto – Cada escola presente teve acesso ao pré-projeto e depois da leitura do mesmo, Junior (UFPI) explanou que o pontapé inicial já foi dado em relação aos espaços e já entrou em contato com o Reitor que deu total apoio. Fez uma rápida leitura do pré-projeto, que tem como tema GEOGRAFIA CULTURAL, AMBIENTAL, SOCIAL E DIGITAL: RECONSTRUINDO A GEOGRAFIA NORDESTINA, iniciando as discussões. Davi diz que o tema está muito abrangente e acredita que a cartografia e o geoprocessamento não vão politizar o evento. Nilson acredita que deve agregar ao pré-projeto o que o EREGENE e alertou sobre os erros gramaticais. Anderson acredita que a política, o território e o poder devem estar sendo debatido no encontro. Achou o tema amplo e questiona até onde poderemos discutir as categorias geográficas. Rafael pensa que o tem estar voltado demais para a geografia teorética e precisa haver mais discussão política. Nilson critica a estrutura geral do pré-projeto. Jeilson diz que o tema está muito amplo e o projeto cita mais de cinco geografias. Carla vê um tema difícil de ser compreendido, muito extenso e pobre em discussão política. Rosaltiva questiona a essência do EREGENE e diz que deve trazer o histórico do mesmo, e alerta que esse histórico já existe. Micael (UFAL) acha importante a discussão do geoprocessamento no evento uma vez que não seremos sempre estudantes e, com certeza, precisaremos da geografia digital para a nossa vida profissional. Guto acredita que trabalhar geoprocessamento em uma mesa vai ser mais uma exposição e não discussão e que o mesmo seria mais bem trabalhado em um simpósio, alem de acreditar que o tema neste formato se encontra muito inconsistente. Rafael diz que seria de grande serventia o uso do geoprocessamento para ser aplicado em discussão política. Caio diz que se deve entender a realidade dos estudantes do Piauí em relação à geografia digital. Junior cita a realidade dos estudantes de geografia da UFPI que já têm trabalhos nessa área. Carla acredita que é importante o geoprocessamento, mas questiona como ele será trabalhado num evento como o EREGENE e que também não é o momento certo quando temos diversas coisas a serem discutidas. Rosaltiva propõe que se leve a problemática as bases e criem debates onde será discutido no próximo conselho. Caio encaminha levar o próximo COREGENE para o Piauí onde os conselheiros sentariam com a escola sede para melhor debater o projeto. Fica deliberado que todos os aspectos do projeto sejam fechados no próximo COREGENE, e as escolas ficam comprometidas em debaterem na base sobre o mesmo 7. Avaliação do ME nordestino – Davi abre a discussão fazendo uma analise de como utilizar o EREGENE para dar visibilidade ao que esta acontecendo nas diversas universidades do nordeste e nos movimentos sociais, uma forma disto seria com murais que mostrassem, por exemplo, as várias ocupações das universidades. E colocou o fato do debate sobre ME está cada vez mais esvaziado nos encontros. Rafael vê a necessidade de se discutir o ME de geografia e depois de forma geral, já que os estudantes de geografia muita das vezes desconhecem a geografia. Como os CA’s e DA’s não trazem para os conselhos suas lutas ele propõe que cada entidade faça uma carta a ser lida durante o conselho contando suas lutas e conquistas. Davi afirma que os locais de debate não há participação até mesmo nos espaços de formação e que chegou a hora de mostrar os fatos e começar mexer com a mente das pessoas. Caio diz que a continuidade do debate é de fundamental importância. Questiona o que é de fato a geografia do NE, pede o aumento do dialogo com as entidades particulares de ensino superior. Pede também a expansão dos processos e problemas enfrentados pelas diversas escolas e dos Movimentos Sociais (MS) dos diversos estados nordestinos. Critica a falta da política de financiamento da CEREGENE e traz a importância de debater esse tipo de ação. Rubinaldo mostra que os diversos MS’s estão em declínio e que a juventude não se mobiliza como antes e que o ME de geografia está afastado dos MS’s. Anderson mostra que os conselhos são de caráter político e que precisa de um debate mais fervoroso. E pede a maior integração dos CA’s e DA’s do nordeste. Nilson diz que no ME está faltando foco e que é preciso trabalhar nas bases visando o global. É preciso unificar o ME com os demais MS’s uma vez que o ME é um MS. E diz que a falta de comunicação atrofia o ME. 8. O que ocorrer – Nesse ponto foi feita à votação da próxima escola sede para o 66° COREGENE onde se candidataram a UFAL e a UFPI vencendo essa última. Também houve a avaliação do conselho que de um modo em geral os presentes afirmaram que foi bastante produtivo, Iarg pediu que nos demais conselhos o local fosse mais sinalizado, ajudando na identificação do mesmo; uma vez que ele ficou durante algumas horas no módulo errado dentro da UEFS. Após inicio-se a posse da nova CEREGENE esta composta por Coordenação Geral Anderson – CE Miguel – CE; Secretario Geral Elmo – BA Sibele – BA; Coordenação Financeira Jose – CE Cris – AL; Coordenação de Cultura Carla – AL Livia – BA; Coordenação de Imprensa Ramon – BA Suinara – CE; Coordenação Pesquisa e Extensão Guthierre – AL Davi – BA, Anderson coloca os novos desafios desta gestão; Rosinha passa oficialmente os livros da gestão anterior para a nova CEREGENE e encerra o 65° COREGENE
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